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“Maratona” reuniu profissionais, estudantes e startups em busca de ideias para o Flamengo. Veja como foi

Na última quarta-feira, 10 de abril, rolou em São Paulo o Flackathon. O nome é uma combinação de FLAmengo com HacKATHON (termo dado a uma “maratona” na qual pessoas se reúnem por horas, dias ou até semanas para discutir novas ideias e desenvolver produtos ou serviços).

Antes reservado a programadores e hackers, os hackathons começaram a aparecer em outros segmentos de mercado. E tudo indica que o Flackathon foi o primeiro a abordar o esporte, pelo menos no Brasil.

Conversamos com Alice Coelho, sócia-fundadora da SportsMatch, uma empresa especializada na captura de dados de engajamento dos fãs do esporte por meio de aplicativos. Foi a SportsMatch que organizou o Flackathon, em parceria com a Universidade do Futebol. Por isso, o evento foi realizado em São Paulo.

Por que Flamengo

O Flamengo entrou como convidado, por sua popularidade e pela recente situação do clube. Além de apresentar o “case”, o vice-presidente Daniel Orleans passou o dia inteiro no evento esclarecendo dúvidas e ajudando os participantes a proporem soluções para três desafios: monetização do engajamento dos fãs, torcedora rubro-negra e ecossistema escalável de talentos.

O Flackaton contou ainda com outros nomes do futebol brasileiro, como João Paulo Medina e João Batista Freire (fundador da Universidade do Futebol), Paulo Calçade (ESPN) Felipe Aquilino (Turner e Esporte Interativo), Gabriel Puopolo (São Paulo Futebol Clube), Aline Pellegrino (Federação Paulista de Futebol) e Gustavo Verginelli, também da SportsMatch.

De manhã, rolaram apresentações e uma mesa redonda para mais de 200 pessoas. Depois, 98 participantes que decidiram participar efetivamente do Flackaton, entre profissionais, estudantes e startups, se dividiram em 28 grupos.

29 soluções

No total, foram propostas 29 soluções para os desafios colocados pelo Flamengo. As ideias passarão por uma fase de curadoria e análise, e uma delas será escolhida no dia 27 de abril, por um juri formado por alguns dos nomes acima para receber um prêmio de R$ 10 mil. O rubro-negro ainda terá a opção de contatar os autores para aplicarem a solução no clube.

Alice, autointitulada “meio-de-campo” da SportsMatch, explicou que o Flackathon surgiu depois de a empresa buscar por um “modelo de evento que fosse completamente diferente”. Ela adiantou que pretende realizar pelo menos quatro ainda em 2018 e que podem, inclusive, terem outras abordagens. “Podem ser clubes, torcidas…”

Veja algumas fotos: