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Pesquisa revela o impacto da Covid-19 na rotina dos médicos urologistas brasileiros

Um estudo revelou que 40% dos urologistas brasileiros tiveram que se adequar à modalidade da telemedicina. A pesquisa foi realizada no final de abril. O objetivo principal da pesquisa era avaliar as mudanças na prática clínica dos urologistas após dois meses de pandemia.

Brasil 16/12/2020 – A paralisação das atividades tem afetado o urologista e é bom lembrar que a maioria dos urologistas no Brasil atua pelo menos em parte de forma autônoma…

Um estudo revelou que 40% dos urologistas brasileiros tiveram que se adequar à modalidade da telemedicina. A pesquisa foi realizada no final de abril. O objetivo principal da pesquisa era avaliar as mudanças na prática clínica dos urologistas após dois meses de pandemia.

Durante o primeiro surto do novo coronavírus, a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) encomendou uma pesquisa. O tema escolhido foi: “Impacto da covid-19 na prática clínica, renda, saúde e estilo de vida de urologistas brasileiros”. O objetivo principal era avaliar as mudanças na prática clínica dos urologistas após dois meses de pandemia.

Na análise, foi revelado que 40% dos urologistas tiveram que se adequar à modalidade da telemedicina. Além disso, houve uma redução nas consultas e nas cirurgias eletivas (sem urgência). O estudo comprovou que a Covid-19 impactou negativamente a prática clínica desses especialistas.

A pesquisa foi realizada no final de abril, com 766 urologistas. Eles responderam a um questionário com 39 perguntas, enviado via internet. Em relação a vínculos empregatícios, o estudo mostrou que 61,2% estavam trabalhando como autônomos em clínicas privadas, 14,6% eram empregados do setor público e 14,1% empregados de clínicas ou hospitais do setor privado.

Segundo o diretor do Departamento de Disfunções Miccionais da SBU, Dr. Cristiano Mendes Gomes “Essa doença tem mexido de forma marcante com a economia e vários aspectos do dia a dia das pessoas, e as estratégias para combatê-las, especialmente as de distanciamento e quarentena, têm um impacto grande sobre o trabalho do médico. A paralisação das atividades tem afetado o urologista e é bom lembrar que a maioria dos urologistas no Brasil atua pelo menos em parte de forma autônoma, o que foi drasticamente reduzido. Uma parcela dos urologistas que são empregados de empresas privadas de saúde também teve seus empregos e sua renda prejudicados”, relata ele.

Em meio a compilação de dados, outra situação chamou a atenção dos pesquisadores: até a última semana de abril, aproximadamente 13% dos urologistas tinham sido infectados pela Covid-19. Desses, 33% necessitaram de internação, pois a enfermidade havia se manifestado de forma grave. Os cientistas concluíram que essas taxas elevadas se devam ao fato da maior exposição associada ao exercício da profissão.

O atendimento médico através da telemedicina foi aprovado temporariamente pelo Ministério da Saúde, em março de 2020. A Portaria 467 permitiu aos médicos realizarem consultas à distância. “Dispõe, em caráter excepcional e temporário, sobre as ações de Telemedicina, com o objetivo de regulamentar e operacionalizar as medidas de enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional previstas no art. 3º da Lei nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020, decorrente da epidemia de COVID-19”, regulamenta a portaria.

Com isso, muitos pacientes optaram por retomar seus tratamentos e atendimentos na modalidade on-line. Os benefícios trazidos pela telemedicina são ilimitados e vão desde a redução dos custos com deslocamento à ampliação do acesso à assistência médica. Sem falar que as consultas virtuais ajudam na diminuição do contágio do novo coronavírus.

O médico, por sua vez, conseguiu aumentar a sua capacidade de atendimento. Agora é possível atender pacientes de outras regiões, não ficando restrito apenas ao consultório. Com a facilidade na busca de informações pela internet, é possível que o paciente encontre um profissional de sua preferência em qualquer lugar do país.

A Urologia é a especialidade médica que está apta a tratar as doenças clínicas ou cirúrgicas de todo o trato urinário, sendo considerada na verdade uma subespecialidade cirúrgica. Além disso, também faz parte do tratamento do urologista toda a parte de andrologia (saúde do homem), disfunções eréteis, síndrome de falência hormonal etc. Além disso, o urologista também trabalha com as áreas da uroginecologia e endourologia.

Segundo a SBU, cerca de 4.800 profissionais possuem o título de urologista. A especialidade vem se popularizando no meio médico. Por exemplo, o urologista pode fazer todo tipo de cirurgias abertas, robóticas e laparoscópicas. Além disso, ele também pode atuar em clínicas particulares, centro clínicos, consultório próprio e muitas outras opções.

Para os médicos que desejam se especializar na área da Urologia, o programa de educação médica continuada – FGMED – está ofertando o curso de pós-graduação em Urologia. O médico poderá escolher se quer fazer sua especialização presencial ou EaD. As matrículas para 2021 já estão abertas. Para saber mais, acesse fgmed.org ou instagram.com/fg_med ou pelo 0800 11 1111.

Website: http://fgmed.org

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