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Confira tendências de patrocínio no futebol

O futebol é a paixão nacional dos brasileiros. Por esse motivo, é muito procurado por diversos setores com diferentes objetivos, seja para tornar a marca conhecida, ou para reposicionar a marca no mercado e alcançar novos públicos. Entenda essa evolução, com informações do “mapa do patrocínio de uniforme de futebol no Brasil em 2019”

Evolução dos patrocínios

O futebol já passou por várias gerações de patrocinadores, tivemos a época das bebidas não alcoólicas, como a Coca-cola, depois passamos para época da alimentação, onde a Parmalat fez muito sucesso.

Logo depois tivemos os patrocínios da área de construção, imobiliário e acabamento, a Suvinil na época foi quem se destacou mais. Logo vieram os setores automobilísticos, os eletroeletrônicos, e então os bancos.

A evolução dos patrocínios ao longo da história do futebol, abriu oportunidades para que outras empresas aparecessem nesse cenário. Com a Caixa fora dos patrocínios, os bancos digitais tomaram frente e abocanharam essa fatia de mercado.

A série A do campeonato brasileiro tem trazido uma grande visibilidade para as marcas, o volume de patrocinadores aumentou muito. Com possibilidades maiores de negociações, a era digital mudou também a forma de trabalho nesse setor.

O que as grandes marcas querem é engajamento e interação com os amantes do futebol. Esse avanço é ótimo para o esporte, já que novas oportunidades de negócios para clubes e patrocinadores tendem a crescer ainda mais em 2020.

Tendência para os próximos anos

Uma tendência muito forte para os próximos anos, é a inserção de marca própria de material esportivo no mercado. Outra tendência para patrocínio, são os sites de apostas online, que até então aparecem um pouco tímidas nos uniformes dos clubes.

Empresas patrocinadoras

Algumas empresas se destacaram como patrocinadoras master dos clubes brasileiros na série A do campeonato brasileiro. O patrocínio master é o que traz mais visibilidade, por tanto, o mais disputado entre as marcas e clubes. Foram elas:

  • Banco BMG: Vasco, Clube atlético Mineiro e Corinthians.
  • Digi +: Clube Atlético Paranaense e Fortaleza (também o Cruzeiro, mas caiu)
  • Dular: Esporte Clube Bahia
  • Azeite Royal: Botafogo
  • MVC: Ceará
  • Carajás: Asa de Arapiraca
  • Aurora: Chapecoense
  • BS2: Flamengo
  • MarjoSports: Goiás Esporte Clube
  • Banrisul: grêmio e Internacional
  • Crefisa: Palmeiras
  • Banco Inter: São Paulo

Santos, Avaí e Fluminense não tiveram patrocínio master. Com a Caixa fora como patrocinadora, ainda houve a dificuldade de encontrar um patrocínio que investisse o mesmo valor ou próximo ao valor anterior.

Apostando em marcas próprias

Fabricar materiais esportivos de marca própria pode aumentar muito a recita dos clubes. Contudo, essa prática tem sido mais comum em times com concentração regional de torcedores.

Segundo Alberto Maia, ex-presidente do Paysandu e atual diretor-executivo da MM Manager Sport, o projeto começou para buscar uma nova fonte de receita, e que com uma boa administração da marca própria essa renda de uma nova receita poderia ser maior.

Concluindo

Tudo que é pensado para atrair o torcedor, e deixá-lo muito mais próximo do clube pode ser a melhor alternativa para aumentar os ganhos dos clubes, assim como o engajamento dos torcedores nas redes sociais, podem por si só, aumentar a visibilidade dessas marcas próprias.

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